quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

"Senta ti"

Tive que fazer 2 posts no mesmo dia porque ando intrigada com umas manias da Manu. Sei que na idade dela (1 ano e 8 meses) a criança está descobrindo muitas coisas, mas mesmo assim não entendo certas "obssessões" do meu bebê, que diga-se de passagem, não para um segundo sequer.
A mania mais esquisita da Manu é querer sentar em tudo. Não pode ver uma cadeira: "cadela!!!". Quando dou a ela revistas para colorirmos juntas, ela senta em cima da revista, e não deixa mais ninguém pintar! Se pega uma roupa ou toalha na mão, lá vai o bumbum dela abafar o chão.
O penico então, só tem utilidade para servir de cadeira. Ela olha pra ele (é uma tartaruga) e...senta, mas não com o intuito de fazer xixi ou coco. O brinquedo que auxiliava a andar também é vítima do bumbum da Manu. A tartaruga que ganhou do padrinho é outra coitada. Sem falar no carrinho do 1,99, que já teve a suspensão quebrada pela intensa mania de sentar!
O que será que se passa na cabecinha da Manuela? Sinceramente, isso é um grande mistério para mim. Entre tantas "sentadas", vou tentando descobrir qual o objetivo de botar o bumbum onde não é chamada.
Amigas mamães, por favor, me contem as manias dos seus bebês. Postem aqui, vamos tentar descobrir um pouco do maravilhoso mundo dos bebês!
Beijos

Pausa para ser mãe

Gente, recomeçar não é fácil né? Ainda mais quando temos um pequenino para cuidar. Mas o que não podemos nunca é colocá-los como empecilhos para nosso crescimento pessoal.
No ano passado, resolvi mudar minha vida. Depois de passar por uma barra pesada (depressão pós parto existe mesmo, podem acreditar), achei que estava mais do que na hora de voltar a ser jornalista.
Voltei a trabalhar e digo para todo mundo, a experiência é ótima. Você se acha incrível, com poder para fazer tudo e agradar a todos. Chegava em casa e ver minha filhinha era maravilhoso, e não exaustivo como antes.
Infelizmente, descobri que não dá para agradar todo mundo. Por causa do ritmo alucinante do meu trabalho, quase não ficava mais com a Manu. Não cheguei a perder nenhuma gracinha nova, nem uma palavra diferente, mas senti que ela pedia minha atenção o tempo todo.
A decisão de deixar o trabalho e dar um tempinho foi a melhor que pude tomar. Pude observar a Manu ficando mais calma, sem dar ataques de chilique como costumava fazer. Pude ver nossa relação se estreitando a cada brincadeira.
Pelo amor de Deus, não quero ficar sem trabalhar. Já estou a procura de algo que possa conciliar melhor com a vida de mãe.
O que pude tirar dessa experiência é que, não dá para abraçar tudo e querer que as coisas saiam perfeitas. Abrir mão é natural na vida de qualquer mãe. Sem necessariamente esquecer de sí mesma. É necessário buscar um equilíbrio e estar pronta para os desafios, sempre tendo em mente que temos a profissão mais árdua e compensadora: ser mãe 24 horas!
Um beijo a todos!